Associações de Pais do Concelho atentas ao Bullying

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O bullying saltou, nos últimos dias, para as páginas dos jornais. Um fenómeno recente, que traz para a discussão as questões de segurança e violência nas escolas. Que tipo de acompanhamento deve ser feito, que preocupações ficam agora, depois do recente caso do jovem desaparecido em Mirandela, que, supõe-se, por questões ligadas com a violência. Uma questão a que as escolas, os pais e os alunos tentam responder. A Federação das Associações de Pais de Esposende mantém um olhar atento e preocupado sobre este assunto. Manuel Melo, presidente da estrutura, aponta que os casos são, muitas vezes, camuflados e que é preciso estar muito atento.

Um caso que lançou a discussão a nível nacional sobre o bullying e que motivou que a Confederação das Associações de Pais reclamasse medidas do governo, como a suspensão dos direitos e benenfícios dos jovens sinalizados como violentos. Em Esposende, Manuel Melo vai dizendo que não há queixas formalizadas, o que não impede que a violência não esteja presente nos recreios das escolas.

O presidente da Federação de Pais de Esposende aponta que não existe, nos últimos cinco anos, nenhuma queixa formalizada relacionada com casos de bullying. No entanto, Manuel Melo não esconde que os casos de violência continuam a existir. Apesar de realçar que é na escola que as crianças passam a maior parte dos seus dias, e que é aí que acontecem as situações de violência, lança um apelo: os pais não podem demitir-se das suas funções de educadores.

Uma maior ligação entre a escola, os pais e a entidades oficiais, é o que deseja Manuel Melo, presidente da Federação de Pais do concelho de Esposende. Tal como realçou, não existe nenhum caso registado de bullying nos últimos cinco anos, mas defende que é preciso não baixar a guarda, para não acontecerem situações desagradáveis.

 

 

Autor: Susana Alves

 

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